Professores buscam vereadores para tentar resolver conflitos na educação

Mais uma vez a situação da Educação Infantil em Camboriú pautou reunião na Câmara.

Na tarde desta terça-feira (1º), os vereadores ouviram o relato das professoras referente ao atual cenário da educação e o impasse entre as monitoras e o Poder Executivo.

O encontro teve a presença do Assessor dos Órgãos Consultivos, Théves Dárian Ribeiro, a vice-presidente do Sindicato dos Servidores Municipais de Camboriú (Sisemcam), Luciana Sobota, da presidente do Conselho Municipal de Educação, Iara Canto Garzon e a representante do Conselho do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação – Fundeb, Mari Inez Fantoni.

O Conselho de Educação da Câmara também estava presente, assim como demais vereadores. Ambos apresentaram dados e opiniões sobre a situação e se colocaram a disposição para que a situação seja resolvida o mais rápido possível, desde que, de acordo com a Lei e sem prejudicar outras classes.

Para o vereador John Lenon Teodoro (PSDB), que organizou o encontro, é primordial esclarecer cada detalhe para que a educação no município não seja mais prejudicada. “Precisamos com urgência aprovar uma reforma administrativa é preciso planejar cada setor desta cidade para que problemas assim não se repitam”, justificou.

Inalda do Carmo (DEM) defendeu que o aparente conflito entre professoras e monitoras afeta diretamente a rotina de sala de aula, o que consequentemente reflete nas crianças. Fato que foi aprovado pelas professoras presentes, que comentaram que o clima na Educação Infantil do município não está harmonioso.

Apresentando dados e revendo Leis, Mari Inês e a Presidente do Conselho de Educação, Iara afirmaram que não há possibilidade do município atender as reivindicações das monitoras (diminuir a carga horária para 6 horas e mudar a nomenclatura). “Todo o dinheiro do Fundeb está sendo utilizado para a folha de pagamento, e além dos 3milhões vindos do Governo, a Prefeitura está ainda colocando quase 500mil a mais para dar conta da demanda”, justificou Mari Inês.

Para concluir, Vilson Albino (PV) comentou que é hora de decisão. “Precisamos de uma determinação firme do governo Élcio para que este impasse seja resolvido, afinal a educação de Camboriú precisa caminhar”.

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